Os princípios do Zero Trust aplicados à proteção de dados, da teoria à prática
Como proteger acessos e dados em ambientes híbridos, nuvem e trabalho remoto
Como controlar dados sensíveis com DLP, CASB e visibilidade unificada
Um caso real de mercado
SEGURANÇA TRADICIONAL VS. ZERO TRUST
Verificação contínua de identidade, dispositivo e contexto, sem confiança implícita
Inspeção completa do tráfego SSL, em escala, incluindo dados criptografados
Conexão direta usuário–aplicativo: o usuário nunca acessa a rede e o app nunca fica exposto
Visibilidade unificada sobre todos os dados em movimento e em repouso
Confiança baseada em um perímetro de rede que não existe mais
Tráfego criptografado que passa sem inspeção adequada
VPNs expostas à internet pública, ampliando a superfície de ataque
Produtos isolados, sem visibilidade centralizada dos dados
O QUE VOCÊ VAI TER ACESSO
Verificação contínua de quem acessa, de onde e com qual dispositivo.
Proteção consistente em SaaS, nuvem e endpoints.
Controle centralizado para atender as mais diversas regulamentações
Com equipes remotas, dispositivos pessoais e dados distribuídos entre nuvem e ambientes locais, o perímetro tradicional de segurança não existe mais, mas muitas organizações ainda protegem seus dados como se existisse. Enquanto isso, acessos suspeitos acontecem, dados vazam e ninguém percebe até ser tarde demais.
O modelo Zero Trust foi criado para esse cenário: verificação contínua, menor privilégio e visibilidade total, independentemente de onde o acesso acontece. Na prática, isso significa conectar cada usuário diretamente ao aplicativo de que ele precisa, nunca à rede inteira, de modo que os sistemas não fiquem expostos e a movimentação lateral deixe de ser possível.
Com mais de 30 anos de experiência em cibersegurança e parceiros como a Zscaler, a NovaRed guia organizações na jornada Zero Trust, do diagnóstico à implementação, com método próprio e resultados mensuráveis.